LUANDA — A activista guineense Arthimiza Mendonça lamentou que as mulheres africanas continuem a lutar por direitos básicos conquistados há décadas no Ocidente, defendendo um feminismo ligado à realidade do continente africano. sto é. "Enquanto elas (mulheres ocidentais) lutavam por salários e oportunidades, nós cuidávamos dos filhos delas", disse, acrescentando que muitas mulheres africanas "nem tinham direito à escola, nem a uma boa alimentação, nem a uma moradia digna". Fundadora da revista "Pérola Afrikana", Arthimiza Mendonça disse, numa entrevista telefónica à Lusa, que o projecto nasceu da necessidade de criar "um espaço" The post SE SER MULHER NÃO É FÁCIL, SER MULHER AFRICANA É O FIM DA PICADA… appeared first on Jornal Folha 8.
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